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Hoje é último dia de vacinação contra febre amarela para o carnaval

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina tem efeito depois de dez dias da aplicação.
Devem ser imunizados turistas que vão para áreas de risco.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina tem efeito depois de dez dias da aplicação.
Devem ser imunizados turistas que vão para áreas de risco.

Faltam dez dias para o início do carnaval e, se você planeja viajar no feriado para alguma área de risco de contágio de febre amarela, esta terça-feira (22) é o último dia para tomar vacina contra a doença. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina tem efeito depois de dez dias da aplicação.

 Em Goiás, cerca de 20 mil doses da vacina são distribuídas por dia. E a estimativa é de que 95% da população já está imunizada.

 A preocupação das autoridades é com quem vai viajar para o Centro-Oeste ou escolheu outras regiões de risco para passar o carnaval e ainda não foi vacinado.  A pessoa que planeja passar o carnaval perto de matas, cachoeiras e fazendas precisa se imunizar nesta terça. Assim, a vacina começa a fazer efeito até 1º de fevereiro, véspera do feriado prolongado.

  Oito mortes

Até sábado (19), foram confirmadas oito mortes em decorrência da doença no Brasil. O número já é maior do que o total registrado no ano passado.

A febre amarela circula nas áreas de mata das regiões Norte e Centro-Oeste, Maranhão e Minas Gerais. Essas são áreas consideradas de risco. Além delas, há as regiões de transição (Oeste dos estados do Piauí, São Paulo, Paraná e Santa Catarina) e a de potencial risco (Sul dos estados da Bahia e do Espírito Santo).

 A vacina tem validade de dez anos. Quem se imunizou depois de 1999, não precisa tomar nova dose. O Ministério da Saúde diz que a aplicação de mais de uma dose em curto espaço de tempo pode provocar efeitos colaterais graves, vão desde intoxicação até uma reação anafilática. A superdosagem já levou 31 pessoas a hospitais em todo o país.

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Aconcagua é o cerro mais alto das Américas

O Ojos del Salado, na fronteira argentino-chilena, mede 6.891 metros

O Ojos del Salado, na fronteira argentino-chilena, mede 6.891 metros


O Ojos del Salado, na fronteira argentino-chilena, mede 6.891 metros sobre o nível do mar, abaixo dos 6.962 metros do monte Aconcagua, também encravado nos Andes, segundo as medições que realizou uma missão franco-chilena, validada pelo Instituto Geográfico Militar (IGM) do Chile.

A altura do Ojos del Salado superou a do cume do Pissis na Argentina, que mede 6.762 metros sobre o nível do mar e até agora se considerava como o vulcão mais alto do mundo.

"O Aconcagua é definitivamente o ‘Teto da América’ e domina sobre o Ojos del Salado", disse em entrevista à imprensa o alpinista francês, Philippe Reuter, chefe da expedição chamada "A busca do teto da América".

E acrescenta: "O Ojos del Salado é 100 metros mais alto que o Pissis e é indiscutivelmente o vulcão mais alto do mundo".

A expedição, composta por 16 pessoas (entre alpinistas e engenheiros cartográficos) subiu ao cume do Ojos del Salado no dia 2 de abril. Semanas mais tarde uma equipe similar subiu até o vulcão Pissis, na província argentina de Catamarca, embora não tenham ido medir o Aconcagua.

Tanto no cume do Ojos del Salado como no do Pissis se realizaram medições com equipamento de localização via satélite ou GPS, que levantaram dados preliminares que foram em seguida analisados pelo Instituto Geográfico Militar do Chile, o órgão oficial a cargo de toda a cartografia nacional.

Esta análise deu caráter oficial a uma medição realizada por meios privados.

"As coordenadas expostas são coordenadas oficiais", disse a AFP Héctor Parra, engenheiro cartográfico do IGM que analisou os dados.

Parra explicou que embora os equipamentos GPS entregassem dados distintos (6.934 metros no caso do Ojos del Salado e 6.833 metros no Pissis) não é possível utilizá-los, porque essa é uma altitude elipsoidal não aceita segundo as normas da cartografia mundial.

De acordo com estas normas, os dados GPS devem ser obrigatoriamente analisados e interpretados sob distintos modelos para localizá-los sobre o nível do mar.

"A altura destes cerros seguirá sendo uma medida subjetiva enquanto se seguirem aplicando modelos ou fórmulas que possam ser distintas. Cada qual ficará com a altura que se estime conveniente. Todas são cientificamente exatas", explicou Philippe Reuter.