Essa viagem já tinha sido marcada desde o início do ano pelo meu professor de Biologia, o Douglas, mas foi difícil confirmar. A maioria queria ir pra Itatiaia, mas devido a alguns problemas só sobrou Ilha Grande como opção, isso faltando dois dias pra viagem, que foi decidida na comemoração do aniversário da Tainá.
A expectativa era de que fosse um grupo grande com o Douglas. Ao chegar na rodoviária encontramos meu professor com mais sete e viríamos a encontrar mais umas vinte pessoas em Mangaratiba. Mas no fim, apenas quinze pessoas iriam fazer o percurso, sete do nosso grupo e mais oito do meu professor.

Encontramos três pessoas no cume do Cocanha, e como havíamos visto no mapa que havia um lugar chamado Platô do Céu, resolvemos conferir. Nem subimos o cume do Cocanha e continuamos andando até uma trilha que descia vertiginosamente, sempre com vista para a Pedra da Gávea. Como já eram 17:10, e queríamos ver o pôr do sol, resolvemos deixar para o dia seguinte a ida ao Platô do Céu.