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Técnicas, informações e dicas.

Sinais de Mergulho

Veja abaixo, os sinais mais utilizados na comunicação subaquática.


Descer


Devagar


Em dupla


Algo errado


Qual a direção ?


Segure as mãos


Espere aí


Você lidera que estou logo atrás


Ok (Okay)


Ok (com luva)


Ok (a noite)


Ok de superfície


Ok de superfície (mão ocupada)


Manter a profundidade


Eu


Compartilhar ar


Estou com frio


Estou com pouco ar


Estou sem ar


Não consigo compensar


Algo errado (a noite)


Seguir esta direção


Emergência


Subir


Sob ou em volta de


Venha aqui


Perigo

Equipamentos de Aventura

Aqui estão alguns dos equipamentos usados nas atividades ao ar livre

 Futura PRO 42A mochila é um dos equipamentos mais importantes em diversas atividades. Seu tamanho vai depender da duração da aventura e da quantidade de equipamento a ser levada.  Um tênis ou bota amaciada e meias são importantes para evitar bolhas nos pés, em algumas trilhas pedregosas, as botas protegem os dedos de topadas. Procure usar um calçado com solado aderente. É imprescindível que o calçado já seja usado e comprovadamente não cause bolhas nem dores nos pés. Para algumas trilhas leves ou caminhadas no litoral pode-se usar sandálias ou papetes.
Faca ou caniveteA faca ou canivete é equipamento obrigatório, você certamente irá precisar disto. Não use facões para abrir picadas ou atalhos em parques nacionais, pois pode ser apreendido.  AnorakAnorak ou capa de chuva. Roupas molhadas podem ser causa de hipotermia. Em locais muito frios ele pode ser usado por cima de um sueter de lã ou polar e uma outra camisa de malha criando assim um bom isolamento térmico e corta vento.
calçaSe você não conhece a trilha ou se sabe que vai enfrentar mato bem fechado, leve calça comprida, protege contra arranhões e picadas. Existem modelos com ziper nas bainhas para que possa tirar e colocar a calça sem ter que tirar o calçado, as já bem conhecidas calças que viram bermudas, calças com reforços de lona nas canelas joelhos e nadegas, etc. O mosquetão é o um dos equipamentos mais usados em escalada e é feito com ligas de alumínio muito leves e resistentes. Existem vário tipos, com travas para fechamento, etc. Cada um tem sua utilidade. Chama-se costura, dois mosquetões sem rosca presos por uma pequena fita usado para escaladas.
  O baudrier ou cadeirinha, é utilizado em escaladas, nele é passada a corda diretamente ou através do mosquetão. Na falta deste equipamento pode-se fazer uma cadeirinha amarrando-se uma corda ou fita tubular de uma forma própria ao redor da cintura e coxas. CordaPara trilhas desconhecidas, ou para aventuras mais arriscadas uma corda de 10 a 30 m e entre 8 e 10 mm de espessura pode ser útil e não chega a ser tão pesada. Pode ajudar em algumas subidas, içar equipamento, atravessar rios, etc. Para uma escalada é usada a corda dinâmica, ou seja, em caso de um queda, ela absorve uma parte do impacto e normalmente possui mais de 50m.
fogareiroPara aventuras com mais de um dia, pode-se levar um fogareiro pequeno com refil de gás e panela para refeições quentes. O ideal é que cada um tenha um kit deste para o preparo das refeições ser mais rápido. LANTERNAUma lanterna quebra um galho quando você ainda está na trilha e escurece. Ela evita que você tenha que ficar queimando suas roupas para fazer tochas e incendiar a floresta. E também possibilita que se caminhe muito mais rápido à noite. Dentre os modelos de lanterna, as mais práticas são as de cabeça que você fique com as mãos livres.
CapaceteO capacete é um equipamento muito importante em várias modalidades de esportes. Na escalada e no ciclismo de forma geral por exemplo, ele é fundamental. Apesar de funcionarem do mesmo jeito, dependendo do esporte, ele pode ter algumas diferenças como aerodinâmica, suporte para lanterna, etc.  Neosphere_-10REG_[1] O saco de dormir é o equipamento quase obrigatório na hora de dormir. Por sua construção, consegue ser extremamente quente com pouco peso e volume.
isolante O isolante é usado para não deixar passar o frio do solo e proporcionar um mínimo de conforto no sono. Muito leve, mas pode ser danificado em trilhas fechadas se carregado do lado de fora da mochila. BússolaA bússola é muito importante para longas travessias. É necessário possuir uma carta da região para que ela seja mais útil. Ou pelo menos saber a direção em que se quer ir.
BarracaA barraca é o abrigo contra o vento, neve e a chuva. Também é proteção contra insetos e pequenos animais. Existem modelos ultra leves para duas pessoas  pesando em torno de 1 quilo até barracas super reforçadas para aguentar ventos ciclônicos com mais de quatro quilos. Para o clima tropical, o importante é verificar a capacidade de resistir às chuvas, medida em coluna d’água . Para o Brasil o ideal é 1500 mm ou maior. Protetor solarO protetor solar é extremamente importante em qualquer atividade ao ar livre. Os montanhistas estão sempre expostos à uma incidência muito grande de radiação UV que pode provocar câncer de pele ou envelhecimento. Também não se esqueça do boné ou chapéu!

Escrito por Junior

Traumas Faciais no MTB – Cuidados

Pedalar de Moutain Bike é muito bom, promove uma sensação de liberdade indescritível principalmente no contato com a natureza: É comum ocorrer acidentes, principalmente com quem faz “Down Hill” e os mais abusados no Free Ride. Mesmo quem faz Cross Country deve se proteger principalmente usando luvas, roupas adequadas e o capacete. Quando você cai da “bike” a primeira proteção é feita com as mãos e se não for suficiente o capacete faz a segunda proteção que é vital. Existem capacetes para Down Hill que protegem o rosto, mas o nosso tipo de capacete não protege e por isso não estamos livres de machucar o nariz, labios ou os dentes. Para os Bikers “normais” existem protetores bucais, que são desconfortáveis e dificultam a respiração. Deveriam ser usados, mas quem agüenta? Se o pior acontecer, existem algumas recomendações que devem ser seguidas: Continue lendo Traumas Faciais no MTB – Cuidados

Projetos de estruturas para escalada esportiva

Criada na Ucrânia na década de 70 e introduzidas nos EUA pelo escalador Toni Yaniro, as estruturas próprias para a prática da escalada indoor vem se tornando populares e, a cada dia, recebendo mais praticantes em busca do aperfeiçoamento das capacidades físicas exigidas pelo esporte.

Características Básicas:

  • Mínimo 10m² para realizar um bom treinamento.
  • Preferencialmente montadas em locais cobertos e protegidos de intempéries.
  • O esqueleto da estrutura, geralmente, é construído com caibros de madeira medindo 5X7 cm ou perfis metálicos 40X40X3 mm.
  • A superfície escalável é formada por compensados navais (cola fenólica) de, no mínimo, 15 mm de espessura.
  • Cada compensado deverá dispor de, no mínimo, 10 perfurações / m² para a instalação das agarras de resina.
  • Para fixar os compensados no esqueleto da estrutura poderão ser utilizados parafusos tipo Mitofix, pois são mais fáceis de manusear e possuem baixo custo.
  • Para instalar as agarras utilize porcas agarra e parafusos sextavados (ou alen) de 6 mm, facilmente encontrados nas melhores ferragens de sua cidade.

Dicas para a montagem:

  • Antes de montar a estrutura tenha em mente duas coisas: o que você pretende montar e o que você pode montar.
    Não se deixe levar pela altura.
  • Prefira estruturas convexas, pois as mesmas proporcionam um trabalho de pernas mais exigente.
  • Descarte as estruturas verticais ou pequenas demais, pois logo se tornam inúteis se não forem móveis.
  • Não adianta inclinar a sua estrutura menos de 30º.
  • Quanto maior a inclinação, mais consistentes deverão ser os pontos de sustentação da estrutura e maior deverão ser o tamanho das agarras para evitar lesões.
  • Evite comprometer os espaços vitais de sua casa bem como montar a estrutura próxima a móveis e outras peças frágeis, pois o carbonato de magnésio, com certeza,  tomará conta de tudo.
  • Sua estrutura será divertida, funcional ou lesiva conforme o desenho do projeto e o dinheiro que você pretende investir nela.
  • Eleja agarras de várias marcas, tamanhos e formas.
  • De nada vale uma estrutura gigante se a mesma poderá, algum dia, soterrá-lo.
  • Considera-se média a estrutura que possuir 50m² e grande a que possuir mais de 150m² de área construída.

Construa você também um muro para treinamento ! Veja aqui o passo-a-passo da construção de um muro caseiro. (todas as fotos estão em alta resolução para que se possa avaliar os detalhes, basta clicar na foto para visualizar em detalhes.) Eu tinha no fundo da minha casa uma área coberta com telha de fibrocimento, onde o pé direito em seu lado mais alto, beirava os 3,00m. Foi ali que decidi construir o muro. Quis fazer um teto, um negativo, e um bom teto para treinar mais e mais…

Mãos a obra e bons treinos !!! Agradecimentos (e boa parte do material) ao

Prof. Orlei Jr. (contato@mundovertical.com)

Fonte consultada:

PALACIOS, José & BULLIDO, Esther. Móntatelo en Casa. Ediciones Desnivel. 1995.

 

 CONSTRUA O SEU PRÓPRIO PRIVATE WALL

Tendo um muro em casa você é o dono do seu próprio muro, logo não precisará pagar para escalar.
            Com o muro dentro de casa, não tem mais aquela desculpa de estar com preguiça para ir treinar! Afinal de contas é só ir para aquela salinha ao lado e malhar.
            Os melhores escaladores gringos tem um private wall em casa. E pode apostar, não é maior que o seu futuro muro.

   Convencido? Ok, então vamos para o passo seguinte: $$$.
   Primeiramente, é preciso deixar uma coisa bem clara: O muro apresentado em seguida é apenas um exemplo de vários modelos de private wall que existem mundo afora. Este muro, segundo a minha concepção, parece ser o mais prático e funcional para a nossa realidade, por isso o citarei como exemplo. Existe uma grande gama de private walls por aí. Muros com estrutura em metal, muro fixo, regulável, biarticulado… Logo, o modelo seguinte não será um muro com verdades e versões absolutas.

 THE WALL

    Este muro possui 2,2 m de largura por 3,3 m de altura, o equivalente a 7,26 m2 e capacidade para 207 agarras. Também possui um sistema de regulagem de inclinação (tempo estimado para mudança de inclinação: 1min.), permitindo que você escale em “setores” diferentes. (Fig.1)
 

 ESPAÇO MÍNIMO NECESSÁRIO

   Para um muro deste porte é preciso uma área de no mínimo 8,75 m2 (3,5 x 2,5 m) e uma altura mínima de 2,8 m.


Figura 1 – Muro modelo.

 O MATERIAL

              3 chapas de compensado 15mm x 220m x 110.
              4 caibros de 8 x 5 x 330cm.
              3 caibros de 5 x 5 x 220cm
              6 guias de 2,5 x 10 x 50cm
              9 chapeletas
              9 mosquetões ou malhas rápidas.
            50 parafusos mitofix de 35mm
          180 porca-garras
            36 parafusos de cabeça francesa 5/16 x 110mm
            12 parafusos sextavados 5/16 x 100mm
            12 parafusos de cabeça francesa 5/16 x 55mm
              1 par de polia com 3 roldanas
              6 elos de corrente de 5/16
              3 chumbadores 3/8 x 4 pol.
              1 broca de aço rápido 6mm
              1 broca de aço rápido 8mm
              1 broca de vídia 3/8 pol.
              1 broca chata 1 pol.
         40m de corda 10mm (pode ser de poliamida)
              3 prussiks de 1m cada
           1 L tinta para madeira (opcional)


mitofix


 

chumbadores


 

porca-garra
 

PASSO 2, MÃOS À OBRA

   Uma vez comprado o material, o passo seguinte será furar as chapas de compensados para colocar as porca-garras.
   Existem dois métodos de perfuração de chapas: O primeiro é o método randômico, ou seja vai furando…aqui… , ali…, acolá. O segundo método é um pouco mais racional. Consiste e fazer furos eqüidistantes (figura 2). Para poupar trabalho use uma chapa como matriz onde, com uma régua e um lápis, você mede e marca os furos e depois coloca as outras chapas uma sobre as outras e fura todas juntas. Em seguida, separe uma das chapas (será a chapa da base), e com as duas restantes faça mais um furo no meio de 4 furos.(figura 3).
   Assim, você terá o dobro de furos numa mesma chapa. Pois não se esqueça: Num muro pequeno é de suma importância aproveitar ao máximo o espaço disponível.


Figura 2 – Exemplo de furos simétricos.


Figura 3 – A estrutra

    Bem, agora que você já furou as chapas, está na hora de fazer barulho! Coloque as porca-garras em todos os furos com o auxílio de um martelo. Isso vai cansar.
            Uma vez terminado de colocar as porca-garras o passo seguinte será ver se o espaço disponível para o seu muro é suficiente para que o muro possa ser montado no chão ou se precisará ser montado já em sua posição final. Se você puder montar o muro fora do espaço e puder leva-lo para dentro, sem problema. Agora, se você vai montar o seu muro dentro do espaço destinado para o mesmo, veja se é possível dar um loop de 180 graus em qualquer um dos eixos depois de montado (para isso é preciso dispor do dobro de espaço).
           Caso voce não tenha respondido sim para nenhuma das alternativas anteriores, o seu caso será um pouco mais complicado… e o mais normal.
           Como acredito que a grande maioria das pessoas se encaixa na ultima situação, vamos ver como proceder.
           O primeiro passo será fazer 3 furos na parede onde serão colocadas as ancoragens do muro. Cuidado para não furar um cano d´agua! Deverá ser feito 3 furos no ponto mais alto possível da parede. (Espaçado entre si a uma distância de 110 cm)

   Colocadas as proteções, o passo seguinte será montar a estrutura. Coloque os 4 caibros de 330cm paralelos e atravesse os três caibros de 220cm. (Uma no meio e as outras duas nas suas extremidades. Não se esqueça de deixar um pequeno espaço entre a ponta e o caibro no caibro da base (figura 4)).
   Uma vez visualizado, marque as intersecções e faça um furo de 1 cm com uma broca chata nos caibros de 330 cm e atravesse os dois com um furo de 8 mm. Aparafuse firme todas as intersecções com os parafusos de 5/16 x 100 mm. Não se esquecendo de colocar as chapeletas nos 6 parafusos superiores. (Figura 5)
   Montada a estrutura, vamos levanta-la, já com os sistemas de polias prontas. As equalizações e os sistemas de polias são um tanto quanto complexos de serem explicados em palavras. Logo, será feito pelos gráficos que seguem. (figura 6).


Figura 4 – Detalhe de uma intersecção.


Figura 5 – Detalhe do sistema de amarração das pontas.


DETALHE A – Ligação muro – corda.


DETALHE B – Sistema de cordas no ponto de fixação com a parede.



Figura 6 – Sistema de polias na parte central do muro.


Figura 6 – Organização dos pontos de fixação.

         Com a estrutura em pé, é preciso colocar as chapas de compensados. Na base coloque aquela chapa com menos furos prendendo-a com mitofix e parafusos de cabeça francesa 5/16 x 110, como mostrado na figura 7. Prenda da mesma forma as chapas subseqüentes.
          Por fim, coloque os pedaços de guias 2,5 x 10 x 50 cm com parafusos 5/16 x 55 mm atrás do muro e entre as chapas. (figura 8).
          Para dar aquele acabamento só falta dar uma pintada e pronto! Agora só falta fazer aquele pedido esperto para a Sauro.

 


Figura 7 – Fixação dos reforços (em verlmelho)

 Alguns links estrangeiros :

Hold Article by Matt Newton
Home Climbing Wall Article by Matt Newton
How to Build A Wall
The Hold